“Quando eu fui no IGP (antiga Polícia Científica) juntamente com o gerente da outra funerária, foi sugerida a questão de continuar da maneira que estava, esconder o erro. Que lacrasse a urna, entregasse para o velório normalmente para a família e, depois, fizesse o sepultamento. Assim, nenhum dos três casos seriam descobertos. A gente não fez isso”, completou.
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Fonte: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2026/05/08/erro-no-iml-leva-familias-a-sepultarem-corpos-errados-em-sc.ghtml


